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quinta-feira, 30 de abril de 2009

Causos de Campos



Sivaldo Abílio

Sessão tensa na Câmara Municipal para apreciar pedido de suplementação de verba encaminhado pelo prefeito Sergio Mendes.

Debatiam Sergio Bainha, a favor, e Antonio Carlos Rangel, Contra.

De repente, um rato atravessa o plenário.

Sivaldo Abílio, que presidia a sessão, grita:

- É preciso providencias contra os ratos que infestam esta Câmara...


Fonte: Anedotário Político de Saulo Pessanha.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

Ilustrando

Amigos leitores, só para ilustrar a postagem ESCRAVIDAO PUBLICA, coloco esta foto abaixo que retirei da internet.

A postagem faz menção ao Populismo que escraviza a população, não entrei no mérito político em si. Mas diante dos comentários achei essa foto bem apropriada e até engraçada para dar como um dos diversos exemplos de políticos populistas.

O Governador do Rio de Janeiro, dançando o CRÉU, em busca de popularidade. Até que ele não dança mal... Rsr....

Palace Hotel

Palacete Comendador Cardoso Moreira

O Palacete do Comendador Cardozo Moreira, hoje Palace Hotel, remonta ao século XIX, quando lá viveu o português José Cardozo Moreira, figura respeitável e progressista no município de Campos. Foi fazendeiro, baluarte defensor pela construção da Estrada de Ferro Campos - Carangola e provedor da Santa Casa de Misericórdia de Campos.

Do conjunto arquitetônico de Campos o Palace Hotel ou Palacete do Comendador Cardozo Moreira, embora reformado algumas vezes e transformado em hotel, sem maiores alterações, ainda conserva as marcas de uma época rica e, principalmente, da opulência dos senhores usineiros, agricultores e pecuaristas e da grandiosidade das obras passadas, nas quais eram gastos fortunas.

Embora não se tenha conhecimento da data exata do início das atividades deste empreendimento hoteleiro, sabemos que no início do século XX, mais precisamente 1907, o prédio já abrigava um hotel, na época, denominado “Hotel Flávio”.

Em março de 1963, a administração atual assume o controle do fundo de negócios, para no final dos anos 70, adquirir também o imóvel.

Por se tratar de empresa instalada em um prédio centenário e de valor histórico, muitas adaptações e adequações físicas, tiveram que ser implementadas.

No inicio dos anos 90, percebendo-se a necessidade de oferecer algo diferenciado aos clientes, partiu-se para a construção de um prédio anexo, resultando uma oferta de mais 24 unidades habitacionais (UH).

“Hoje o hotel com 74 UHs, equipadas com ar refrigerado, central telefônica digital, que permite a utilização direta pelo hóspede sem intermediação da telefonista, frigobar, radio FM, TV a cabo e Internet banda larga. Possui business center e duas salas refrigeradas para reuniões e treinamentos”.

Fonte: Palace Hotel , visite o site em http://www.palacehotelcamposrj.com.br

terça-feira, 28 de abril de 2009

Populismo



Escravidão Publica

Com o evento da globalização, a desigualdade vem aumentando em uma escala vertiginosa. Para que este quadro não se torne caótico é fundamental que os governos estabeleçam como meta políticas sociais voltadas à atenuação das diferenças. Por este motivo, cabe ao Estado buscar medidas capazes de inserir no mercado os grupos marginalizados através da oferta de ensino de qualidade, disponibilizando também saneamento básico, saúde pública e habitação popular, principalmente em regiões carentes. A educação e a saúde são obrigações básicas do Estado, que arrecada verbas com o pagamento de nossos impostos, mas nunca emprega bem esse fundo.

Os problemas decorrentes da não inclusão social ocasionam o aumento da criminalidade, portanto a segurança pública está intrinsecamente ligada à exclusão social. Para alterar a situação atual, se faz necessário que os recursos disponíveis sejam mais bem utilizados, proporcionando a todos o acesso a igualdade de oportunidades.

Com isso se criam outros problemas. Já que o Estado não cumpre com o seu papel e usa de medidas populistas que ao invés de criar um trampolim para estas pessoas, acaba as escravizando, com medidas como cheque cidadão, restaurante de um real, farmácia de um real, transporte de um real...

Acredito que a política pública deve haver sim, mas populismo barato deveria ser extinto. Uma parcela da população deveria se unir e começar uma “Caça as bruxas” desses populistas baratos, que não buscam resolver os problemas do povo e acabam os escravizando com medidas eleitoreiras de pouco ou nenhuma eficiência no fim geral.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

Flagra

Flagrante deste blogueiro de um lindo dia nas praias da região de São Francisco do Itabapoana.

Click nas imagens para ampliá-las

Saturnino de Brito




O homem do saneamento


Saturnino de Brito (1864 – 1929) é considerado um importante engenheiro sanitarista que participou do processo de implantação do urbanismo moderno no Brasil.

Nascido em Campos dos Goytacazes, formou-se engenheiro civil, no ano de 1887, pela Escola Politécnica do Rio de Janeiro. Ressalte-se que foi o saber técnico e especializado dos engenheiros que conduziu as reformas nas cidades brasileiras, no final do século XIX e início do século XX.Neste cenário, Saturnino de Brito teve um papel de destaque, pelo sentido de racionalidade técnica e econômica que dava aos seus projetos.

Assim, tornou-se responsável por projetos urbanísticos para as principais cidades brasileiras como Santos, Vitória, Petrópolis. Ele via e analisava a cidade, interpretando os problemas e apontando soluções, planejando o espaço e prevendo as futuras expansões da cidade.Seus trabalhos estão reunidos em sua “Obras Completas” (1943 – pós-morte) onde se pode conhecer suas idéias sobre o planejamento de cidades, saneamento, problemas de abastecimento de água, redes de esgoto, habitação proletária, etc.

O motivo que levou Saturnino de Brito a desenvolver estudos e projetos de saneamento e melhoramento para as cidades foi a sua preocupação com “as condições ambientais que propiciavam a ocorrência de surtos epidêmicos, com efeitos nefastos sobre a economia, a população e também, sobre os valores morais dos moradores”.Em 1901, o médico Benedito Pereira Nunes assumiu a presidência da Câmara Municipal de Campos.

Em sua administração, Pereira Nunes solicitou ao engenheiro Saturnino de Brito a elaboração de um projeto de saneamento geral para a cidade. O projeto para Campos foi editado, em 1903, em forma de livro intitulado “Saneamento de Campos”, sendo considerada uma obra completa, que inaugurou uma nova leitura sobre a cidade enquanto organismo em crescimento e como o meio em relação ao qual o engenheiro deveria intervir, redefinindo suas condições de salubridade.

Saturnino de Brito, com seu projeto de saneamento básico, nos deu uma contribuição na qual podemos fazer estudos urbanos sobre Campos e àqueles dedicados às teorias do urbanismo brasileiro. Além do fato de servir de orgulho e de exemplo para os campistas, pois este projeto de saneamento que contribuiu muito para o nosso desenvolvimento, e acabou com aquela enorme quantidade de epidemias que assolavam nossa terra, foi elaborado a mais de cem anos.

Fonte: Instituto Historiar, acesse o blog em : http://institutohistoriar.blogspot.com

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Causos de Campos



Manoel Gonçalves

Esta passou-se em meio a um almoço no qual Amaral Peixoto foi recepcionado em Campos.

Diante da mesa farta, Manoel Gonçalves vira-se para o senador e dispara:

- Compadre Amaral, passe a ciscante!

Outra de Lelé.

Lelé, quanto tinha um mandato na Assembléia Legislativa, se hospedava, no Rio de Janeiro, no Hotel OK.

Aos amigos, dizia que ficava no hotel zero quilômetro.

Com um detalhe:

- Eu sempre ocupo um apartamento no onzimo andar.


Fonte: Anedotário Político de Saulo Pessanha.

Perfume de Mulher



O Tango


Todos já escutaram o famoso tango "Por Una Cabeza” de Carlos Gardel. O tango, é a marca registrada desta dica de hoje.

Perfume de Mulher é a refilmagem de um filme italiano de mesmo nome, lançado em 1974, dirigido por Dino Risi e estrelado por Vittorio Gassman. Martin Brest foi o diretor desta obra prima do cinema norte americano. Martin com sua visão e o seu grande elenco contando com nomes, como Al Pacino, Chris O'Donnell e Phillip Seymour Hoffman, conseguiu arrematar o Oscar de Melhor Ator (Al Pacino), além de ter recebido outras três indicações: Melhor Filme, Melhor Diretor e Melhor Roteiro Adaptado.

Durante sua preparação para interpretar Frank Slade, Al Pacino recebeu a ajuda de uma escola para cegos. O próprio ator afirmou que buscou realmente "tornar-se cego" durante as filmagens, utilizando o truque de não focar seus olhos em nada que estivesse em cena.

Não perca...

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O Barão de Carapebus

Joaquim Pinto Netto dos Reis, o 1º Barão


O primeiro barão de Carapebús foi Joaquim Pinto Netto dos Reis. Nasceu na Freguesia de S.Salvador de Campos dos Goytacazes,na Província do Rio de Janeiro e faleceu no RJ em 12 de Marco de 1867.Era filho do Guarda-mor Bernardo Pinto Netto da Silva, natural de Portugal e irmão germano do Capitão Jeronymo Pinto Netto, pai de Manuel Pinto Netto Cruz, primeiro barão de Muriae, Fidalgo da Casa Imperial e Comendador da I Ordem de Cristo, e de sua mulher D.Maria Ana Pereira,natural de Campos dos Goytacazes.

Casou-se com D.Antonia Joaquina da Cruz Netto dos Reis filha do Capitão Antonio Dias Coelho Netto Filho, natural do RJ e de sua mulher D.Maria Pinto da Cruz Netto.

Bacharel em direito pela Universidade de Coimbra, era Tenente-coronel Comandante do 13 Batalhão da Guarda Nacional da Província do RJ. Era Comendador da I Ordem da Rosa e da de Cristo, Moço Fidalgo da Casa Imperial e Guarda-Roupa de Sua Majestade o Imperador.


O 2º barão e conde de Carapebus



Conde e Condessa de Carapebus

O 2º barão e conde de Carapebus foi Antonio Dias Coelho Netto dos Reis agraciado com o título de barão em 06.04.1867. E elevado ao titulo de conde em 08.08.1888.

Título de origem toponímica, tomado da vila dos mesmo nome, em Campos-RJ. Membro de importante família de abastados proprietários rurais da chamada "aristocracia norte-fluminense", estabelecida em Campos-RJ, originária de Portugal, das freguesias de São Pedro de Avintes e Vilar de Andorinho, no Porto. Nasceu em Campos a 04.09.1829.

Casou em 01.08.1854, com Francisca Jacinta Nogueira da Gama, filha do Conde de Baependi, nascida em 12.09.1835, batizada a 04 de outubro no Rio de Janeiro-RJ e falecida em 07.11.1899 em Paris, França.

A condessa D. Jacintha Nogueira da Gama era Dama Efetiva ao serviço de Sua Majestade a Imperatriz, e era condecorada com a Banda de Santa Isabel de Portugal, com a de Maria Luisa de Espanha e a das Damas Nobres de Santana de Baviera. O conde era Gentil-Homem da Imperial Câmara e Grande do Império.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Pé de Moleque





O Pé-de-Moleque é um doce tradicional da culinária caipira do Brasil, principalmente nos estados de Minas Gerais e São Paulo. O Pé-de-Moleque tradicional pode ser encontrado nas menores cidades do interior do país.



Ingredientes:

-1/2kg de amendoim cru;
-2 xícaras (chá) de açúcar;
-1 xícara (café) de água fria;
-1 lata de leite condensado;
-1 colher de café de bicarbonato de sódio.

Modo de Preparo:

Escolha os amendoins, lave-os e escorra bem. Leve ao fogo baixo (em panela de fundo grosso) com o açúcar e a água. Mexa sempre, até secar bem a água. Deixe no fogo até começar a umidecer o açúcar e começar a juntar no amendoim. Junte o leite condensado e o bicarbonato e continue mexendo, até soltar do fundo da panela. Despeje em superfície untada, deixe esfriar e corte.

Fonte: Mais Voce

terça-feira, 21 de abril de 2009

Solar Barão de Carapebus



Solarium


Construído pelo primeiro Barão de Carapebus em 1846, o impotente casarão recebeu hóspedes ilustres como o imperador Dom Pedro II, em sua primeira visita a Campos. Hoje, conservada a arquitetura do século XIX, o Solar do Barão de Carapebus abriga o Asilo Nossa Senhora do Carmo e aparece no ranking das “7 Maravilhas de Campos”, promoção lançada pela Folha da Manhã.

Segundo a historiadora Sílvia Paes, o que caracteriza o casarão como solar é o “solarium”, uma área aberta no centro da construção. O casarão foi construído à base da arquitetura colonial brasileira, no auge dos engenhos canavieiros. Na segunda metade do século XIX, ele ainda abrigava a Fazenda Grande Beco.

Esse solar é um dos que conservam os porões onde os escravos domésticos ficavam. Além disso, tem uma capela em homenagem à Nossa Senhora do Carmo e um necrotério.

Além de Dom Pedro II, outros personagens históricos visitaram o solar, como Thieres Cardoso, que chegou a ser proprietário do solar, e Tarcísio Miranda. Em 1904, o Solar do Barão de Carapebus passou a abrigar o Asilo da Velhice Desamparada, fundado com missa celebrada pelo reverendo Vicente de Paula. Anos depois, passou a ser chamado de Asilo Nossa Senhora do Carmo.

Tombado em 1942 pela Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Sphan), a restauração do solar ainda não saiu do papel. Segundo a presidente do asilo, Conceição Santana, o projeto de restauração está sendo feito pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

sábado, 18 de abril de 2009

Clube Campista de Tiro



Tiro certo


O CLUBE CAMPISTA DE TIRO ESPORTIVO, originalmente denominado Clube dos Caçadores de Campos, foi fundado em 22 de junho de 1950, em Campos dos Goytacazes, Estado do Rio de Janeiro. É uma associação civil sem fins lucrativos e com fins educativos, esportivos e recreativos

Tem como objetivo promover a união dos atiradores, colecionadores e caçadores amadores para constituírem uma coletividade esportiva, proporcionar aos associados, reuniões, instruções, palestras e conferências, no intuito de divulgar o esporte do tiro, aliada a cultura intelectual. Ceder suas instalações aos Órgãos Públicos de Segurança para o treinamento de tiro, promover cursos de instrução de tiro para a comunidade em geral.

Para fazer parte do clube o candidato deve possui alguns requisitos que são eles: Não tenha sido condenado por crime, ter bons antecedentes e ser uma pessoa idônea.

O clube possui sede própria na Av. Beira Lago, 840 Parque Guarús.

Esclarecimento aos leitores

O tiro desportivo é uma modalidade esportiva que envolve teste de precisão e velocidade no manejo de uma arma de fogo ou ar comprimido (chumbinho). A prática dessa modalidade requer treinamento e disciplina. É indispensável o uso de equipamentos de proteção individual (EPI) como óculos e protetor auricular.

Todas as normas são reguladas pela ISSF (International Shooting Sport Federation) organismo internacional sediado na Alemanha.

Não entrando no mérito de campanha favorável ou contraria ao desarmamento, acredito muito numa frase que deixo para os amigos leitores.

"Quem mata são os homens, não suas espadas ou seus mísseis"
(Papa João Paulo II - 1920/2005).

sexta-feira, 17 de abril de 2009

Flagra

Especialmente nesta postagem não vou fazer nenhum comentário. Existe uma frase que diz “Uma imagem vale mais do que mil palavras”. Pois é!

Fica aí esta imagem que tirei ontem na rua São Bartolomeu, um pouco depois da Concessionária Recreio Campos.

Deixo aos amigos leitores refletirem essas palavras.


Causos de Campos


Heli Ribeiro Gomes - 1972

Em 1972, o industrial Heli Ribeiro Gomes, dono da Usina Cambayba, e que já exercia um mandato de Deputado Federal, concorria à Prefeitura de Campos.

Levado para um encontro com funcionários municipais. Heli, depois de prometer muitas vantagens para a categoria, caso vencesse a eleição, foi sabatinado.

Logo na primeira pergunta, veio a cobrança.

- O senhor mantém a palavra? – indagou um servidor

- Eu manto! – Respondeu Heli.

Fonte: Anedotário Político de Saulo Pessanha.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Esporte Clube Sao Jose



Goitacazes também tem futebol


O Esporte Clube São José foi, juntamente com o Sapucaia, o time de usina com mais destaque no cenário futebolístico de Campos, fundado por trabalhadores da Usina São José, do Distrito de Goitacazes, que se localiza à 11 km do centro da cidade, em 28 de janeiro de 1938.

A sua primeira diretoria foi composta por Álvaro Barcelos Coutinho (presidente), Adahyl Bastos Tavares (vice-presidente), Antônio Ribeiro do Rosário, Cleveland Cardoso (1º secretário), José Antônio de Carvalho (2º secretário), Francisco Azevedo (1º tesoureiro), Thieres Gomes de Azevedo (2º tesoureiro), Aluísio Maciel (diretor de esportes), Antônio Pereira Nunes (orador).

O time jogou como equipe avulsa, isto é, time não filiado à liga e que participava apenas de torneios locais até 1944, quando fez sua inscrição na LCD, iniciando aí suas atividades nos campeonatos oficiais organizados pela entidade.

Contando com grande apoio do Sr. Gonçalo Vasconcelos, um dos sócios da usina na época, que cedeu um amplo terreno para a construção da sede social, do campo e de demais dependências, como quadras de tênis, vôlei, basquete e piscina. Além das atividades esportivas, o clube se destacava na área social com a realização de animadas festas e grandes bailes. Diante de toda esta excelente estrutura o clube ganhou o apelido de Colosso ou Milionários de Goytacazes.
O campo foi batizado de Estádio da Vitória e sua inauguração se deu no dia 8 de maio de 1945, coincidente com o fim da Segunda Grande Guerra Mundial. Período difícil aquele superado pelo clube que, aliás, adotou essa data como a oficial da fundação do clube.

O campeonato perdido para o Rio Branco em 1948 mexeu com o emocional de todos, já que o time da baixada contava com a melhor equipe daquela época e por isso afetou o rendimento do São José nos campeonatos seguintes, pois visivelmente não rendeu o que todos sabiam que o time poderia render.

Em 1952, no primeiro campeonato campista oficialmente profissional, o time mais maduro e com alguns reforços foi para a decisão contra o mesmo Rio Branco, algoz de 48, o jogo foi realizado no campo do rival na Avenida Sete e encarado como uma verdadeira revanche, mas dessa vez o título foi para o clube da baixada, com uma vitória de 4 x 2, o que extasiou jogadores dirigentes e torcedores do São José, que com o título inédito enfim consolidado promoveu grandes festejos, começando por um desfile de carros de boi no Boulevard Francisco de Paula Carneiro, fato nunca antes visto no centro da cidade.A equipe que levantou o título de 52 era formada por Waltinho, Custódio e Altivino. Hugo, Ilmo e Geraldo. Basílio, Orlando, Heraldo II, Amaro Barbosa e Soares.

Depois de algum tempo desativada a usina São José retomou parte de suas atividades como uma cooperativa, financiada pelo FUNDECAM (Fundo de Desenvolvimento de Campos) e o time ainda existe e é uma das forças do futebol amador da cidade, mas não tem mais qualquer vínculo com a usina, que inclusive não permite mais os jogos do clube em seu antigo campo, que é propriedade da usina.

Fonte: Futebol Campista

Emmerson Nogueira



Nostalgia das décadas de 70 e 80


Emmerson Nogueira ficou conhecido nacionalmente ao fazer versões de clássicos de Supertramp, Beatles, Creedence Clearwater Revival e Pink Floyd entre tantos outros das décadas de 70 e 80.

Emmerson tem composições próprias feitas há anos e não condizem com o que ele quer passar para seu público. Emmerson hoje é conhecido ao regravar versões de clássicos dos anos 70 e 80.

Com mais de 1,5 milhão de cópias vendidas e o sucesso irrefutável do projeto "Versão Acústica", Emmerson Nogueira no álbum Dreamer se supera com repertório totalmente diferenciado e atual.

O cd reúne releituras de sucessos de Ben Harper, James Morrison, Donavon Frankenreiter, Pete Murray, Supertramp e outros grandes nomes. Com o charme de sua voz rouca e a incrível habilidade com os instrumentos, ele consegue mostrar seu talento de maneira original e a qualidade de seu trabalho.

Confira!

quarta-feira, 15 de abril de 2009

O Barão de Lagoa Dourada

O barão da Lagoa Dourada foi o Sr. José Martins Pinheiro que nasceu no Rio de Janeiro em 12 de Novembro de 1801 e faleceu suicidando-se em 24 de Junho de 1876,atirando-se de uma ponte sobre o rio Paraíba.

Jose Martins foi agraciado com o titulo de barão por D. Pedro I em 09.01.1867. Filho de outro José Martins Pinheiro, Comandante de Milícias, português que veio para o Brasil com D. João VI, e de Maria José do Sacramento.

Casou em Campos, província do Rio Janeiro em 1823 com Maria Gregória de Miranda (passou a ser então a Baronesa da Lagoa Dourada), irmã do barão de Abbadia. Estabeleceu-se em Campos de Goytacazes, aonde exerceu diversos cargos de eleição popular, e aonde era fazendeiro e grande proprietário de terras.

O barão da Lagoa Dourada pertencia a Imperial Guarda de Honra de D.Pedro I e foi Presidente da Câmara Municipal de Campos.Era Comendador da Imperial Ordem de Cristo.

Não deixou filhos de seu casamento com Maria Gregória de Miranda , falecida em 14.12.1871.

Fonte: A nobreza Brasileira de A a Z. por Sergio de Freitas.

Solar Barão da Lagoa Dourada





Solar do Barão da Lagoa Dourada


O solar do Barão da Lagoa Dourada, poucos conhecem apesar de passarmos sempre por ele. É um casarão construído em 1801 que hoje abriga a conhecida escola Liceu de Humanidades de Campos.

História

Construído por José Martins Pinheiro, o Barão da Lagoa Dourada, nascido em 12/11/1801, na cidade do Rio de Janeiro. Aos 22 anos de idade casou-se e veio morar em Campos. Com os seus trabalhos e ajuda de parentes, além da sua inteligência e perseverança fez fortuna em negócios, indústrias, fazendas de cana, café e criação de gado, além do engenho.

Muito fez pelo desenvolvimento e prosperidade do Município. Foi Vereador e Juiz de Paz. À sua iniciativa devemos: a iluminação a gás, a Ponte Barcelos Martins e outras benfeitorias. Recebeu o título de Barão aos 66 anos de idade (no dia 09/01/1867). Em 1876, aos 75 anos de idade, comete suicídio. Para justificá-lo, alega-se, insolvências de seus negócios motivadas por não cumprimento de dívida de um amigo, cujo nome omitiu. Seus bens, fazendas em particular, em virtude de indisciplina dos escravos (em parte) não renderiam mais o suficiente para realizar amortizações e os juros da dívida, daí o gesto de desespero: joga-se da Ponte Barcelos Martins, que por sinal ajudara a construir.

O solar do Barão da Lagoa Dourada era, na época de sua construção, o prédio mais imponente e rico da cidade. Suas obras iniciaram-se em 1861 e seu término em 1864. No ano de 1880, foi criado com a aprovação das Comissões Governamentais de Instrução e Fazenda, o Liceu de Humanidades de Campos.

Sem sede própria, funcionou em lugares provisórios, até que foi formada uma Comissão de Campistas com a finalidade de angariar fundos para a construção ou compra de um prédio para a instalação definitiva e condigna do Liceu de Humanidades. Com a quantia arrecadada, foi adquirido em hasta pública, o solar do Barão da Lagoa Dourada, que foi doado à Câmara Municipal em 28 de dezembro de 1883 e cedido ao Estado enquanto nele funcionar o Liceu de Humanidades por ser este colégio estadual. Teve o prédio inauguração comemorada a 13 de dezembro de 1884. Em certa época foi mudado o seu nome para Colégio Estadual de Campos, mas voltou à denominação conhecida Liceu de Humanidades. Comemorou centenário de fundação em 1980 e em 1984 completou 100 anos de instalação do antigo solar.


O prédio denota gosto neoclássico, possui dois pavimentos com um corpo central destacado e encimado por um largo frontão com óculo. Comporta telhado de quatro águas escondido por platibanda em ameias estilizadas.Na fachada principal notam-se nove vãos por pavimento, três no corpo central, com arco pleno, e três em cada ramo lateral, com vergas retas e sobrevergas. No corpo central, notam-se ordenações toscana e composta no 1º e 2º pavimento respectivamente.

Fonte: Turismo Norte Fluminense.

terça-feira, 14 de abril de 2009

Lagoa do Campelo


Campelo


A lagoa do Campelo fica localizada no município de Campos dos Gotaycazes fazendo divisa com o município de São Francisco do Itabapoana , tem 9,2 km².

A lagoa do Campelo é típica de restinga. Já foi maior do que a área ultimamente informada de 9,5 Km². Suas águas originam-se da chuva, de lagoas menores ao seu redor e do rio Paraíba do Sul numa comunicação feita através de um canal. A vegetação marginal é de taboa e aguapé que hoje se expandiu excessivamente provocando a redução visual da área de lâmina d’água, assim como a redução da profundidade e também a formação de pequenas ilhas.

De todas as lagoas de restinga do norte do estado do Rio de Janeiro, a do Campelo é, sem dúvida, a maior delas. Situada no segmento setentrional da restinga norte, ela acompanha a direção dos cordões arenosos, dispostos paralelamente à linha da costa, enquanto as lagoas do tabuleiro situam-se em posição perpendicular a ela.

As maiores interferências feitas neste ecossistema foram a construção de um dique-estrada e três comportas no canal de ligação com o rio Paraíba. Este canal já foi algumas vezes dragado, mas a situação normal é de assoreamento ampliado pela enorme quantidade de aguapé. Há uma comporta próxima à Usina São João. Reclama-se que o fechamento desta comporta impede a entrada, durante as enchentes, de piaus, cumatãs, caximbaus, robalos, corvinas e pitus. Alega-se que na época das cheias, quando ocorre o processo da piracema, as comportas não podem ser abertas para não causar inundações em alguns bairros de Campos, que se situam abaixo do nível da lagoa.

A lagoa do Campelo, na atualidade, é cercada por brejos e a retaguarda destes circundada por pastagens.

Para os amantes da natureza é um bom passeio, existe também muito próximo a lagoa do Campelo, a lagoa Limpa. Que trataremos um pouco mais à frente.

Fonte: Revista Brasileira de Paleontologia 9(1):127-136, Janeiro/Abril 2006

A Lista de Schindler



O horror do holocausto


A Lista de Schindler é um documentário que retrata o drama vivido pelos judeus na época do holocausto.

A trama nos mostra a trajetória de Oskar Schindler, um alemão que se aproveitou de certa influência entre os nazistas durante a guerra para abrir sua fábrica de produtos esmaltados.

O diretor Steven Spielberg conta a história de uma forma memorável, apesar de ter sido rodado em preto e branco, para melhor retratar a época, justificava Spielberg o filme não se torna cansativo ao espectador. Ele nos prense com uma trama que até hoje gera muita polemica na humanidade.

A direção de A Lista de Schindler chegou a ser oferecida, durante os anos 80, a Martin Scorsese, que recusou a proposta dizendo que seria melhor que um diretor judeu realizasse o filme. Com isso Steven Spielberg conseguiu ganhar 7 Oscars: Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Fotografia, Melhor Direção de Arte, Melhor Trilha Sonora, Melhor Edição e Melhor Roteiro Adaptado. Recebeu ainda outras 5 indicações: Melhor Ator (Liam Neeson), Melhor Ator Coadjuvante (Ralph Fiennes), Melhor Figurino, Melhor Som e Melhor Maquiagem.

Um filme longo que irá prender o espectador do inicio ao fim, fica aí essa preciosa dica.

Causos de Campos


Robson Oliveira

Robson Oliveira, mineiro, morador há anos em Campos, conta que o governador Valadares(que acabou virando nome de cidade), recorreu à Presidência da Republica porque estava faltando sal em Minas Gerais.

O pedido foi atendido, com a chegada, a Belo Horizonte, dias depois, de um comboio de caminhões, enviados pelo governo federal. Mas logo um funcionário do governo chega esbaforido, dizendo:

- Governador, governador! Nossos homens já verificaram os caminhões. Estão todos carregados com sacos de cal.

Valadares bate com a mão na testa e exclama:

- Ih, rapaz! Esqueci a cedilha.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

Togo de Barros



Togo Póvoa de Barros
Togo Póvoa de Barros (Campos dos Goytacazes, 1914 — 25 de março de 2007) foi um político brasileiro.

Era bisneto do Barão de São Sebastião, filho de José de Almeida Barros Filho e de Djanira Povoa de Barros, natural da baixada campista em Campos, sempre soube o que quis.

Seus estudos iniciais foram feitos no Liceu de Humanidades de Campos, afeiçoado aos problemas da coletividade, depois de se formar em Ciências Jurídicas e Sociais, Togo de Barros ingressou no jornalismo e chegou a dirigir “O Dia”, um dos mais tradicionais periódicos da cidade.

Foi também Catedrático de Direito Civil, Promotor Público e Juiz Substituto da 2º Vara da Comarca de Campos. Procurador Regional do Instituto do Açúcar e do Álcool pôde desenvolver toda uma experiência acumulada no convívio com os lavradores e os trabalhadores da indústria açucareira.

A política ativa foi uma luz que logo se acendeu na vida de Togo de Barros. Secretário de Agricultura, Indústria e Comércio e Presidente da Caixa Econômica Federal no Estado do Rio foram, entre outros, alguns dos cargos importantes que exerceu.

Desempenhou vários mandatos eletivos na Assembléia Legislativa do antigo Estado do Rio de Janeiro, que presidiu por duas vezes. Foi líder de Governo. E exerceu o cargo de Governador com brilho invulgar.

Na qualidade de presidente da Assembléia, assumiu em 3 de julho de 1958 o governo do estado em virtude da renúncia do governador Miguel Couto Filho. Permaneceu no cargo até o fim do mandato em 31 de janeiro de 1959, quando transmitiu o governo a Roberto Silveira. Atingido por ato punitivo discricionário após o movimento político-militar que depôs o presidente João Goulart, em 1964, foi beneficiado pela Lei de Anistia e teve autorizada a revisão de seus proventos de aposentadoria pelo Instituto do Açúcar e do Álcool (IAA) em junho de 1980.

domingo, 12 de abril de 2009

Fale, veja e ouça !



Os limites da alienação

Todos conhecem a alegoria dos três macaquinhos: O primeiro tapa a boca significando "NÃO FALO"; o segundo encobre os olhos como sinal de "NÃO VEJO"; o terceiro cobre as orelhas mostrando que "NÃO OUÇO".

Por isso, esses três permanecem sentados há séculos no mesmo lugar. Fingem que nada acontece. Ouvi dizer que essa figura dos três macaquinhos foi criada pelos antigos sacerdotes dos templos de Hanuman em Kolar, na Índia, ou de Swoyambhunath em Kathmandu no Nepal por volta do ano 600 a.c. Seja como for, os bichinhos estão mudos, cegos e surdos há mais de 1.500 anos, IMÓVEIS, com uma tremenda câimbra nas pernas!

Há quem atribua à alegoria a representação de virtudes: não falar do mal, não ouvir o que é nocivo e não se envolver no vício.

As atitudes de fuga ou comodismo não são as mais indicadas para a iniciação nos planos superiores da consciência. Calar-se quando é necessário, falar é um ato de impulso. Muitos inocentes foram presos ou condenados à morte porque lhes faltou a palavra - o testemunho - de alguém que conhecia os fatos e preferiu ficar calado.

É comum as pessoas fingirem que não vêem um assalto acontecendo do outro lado da rua ou não ouvem um grito de socorro no prédio vizinho, pois acham mais conveniente não se envolverem.

Há um péssimo ditado que diz: "bom cabrito não berra". Berra sim! A atitude alienada dos três macaquinhos só beneficia os maus governantes, os mentirosos, os bandidos e os "falsos profetas". Disso, o mundo está cheio. E na opinião deste blogueiro, já estamos na hora de começar a mudar este pensamento.

sábado, 11 de abril de 2009

Cocada





Cocada


Um dos doces típicos da culinária brasileira, a cocada é simplesmente um luxo. Seguindo os versos de Bezerra da Silva: é cocada boa!

Ingredientes

400 g de coco fresco ralado grosso;
2 1/2 xícaras (chá) de açúcar;
1 1/2 xícara (chá) de água;
1/4 xícara (chá) de leite condensado;
óleo de canola para untar.

Modo de Preparo

1. Unte uma assadeira grande com óleo. Reserve.
2. Numa panela, dissolva completamente o açúcar na água antes de levar ao fogo. Depois que o açúcar estiver dissolvido, leve a panela ao fogo médio. Quando ferver, não mexa mais a calda e passe um pincel com água na borda da panela, para retirar os cristais que se formam. Deixe cozinhar até a calda ficar em ponto de fio médio.
3. Adicione o coco ralado na panela com a calda e misture bem com uma colher. A seguir, junte o leite condensado e continue mexendo até que a mistura comece a desprender do fundo da panela. Desligue o fogo.
4. Com uma colher de sopa, distribua colheradas de cocada sobre a assadeira untada. Deixe a cocada endurecer um pouco.
5. Com a ajuda de uma espátula, retire as cocadas da assadeira e transfira para um prato. Sirva fria.

Dica

Se quiser guardar a cocada, deixe esfriar bem e armazene em um recipiente com tampa.

Eduardo Viana





O Caixa D'água


Uma figura “polemica” (segundo a imprensa), de muitas qualidades.E era considerado por muitos o maior especialista em leis desportivas do país.

Eduardo Viana, nasceu na baixada campista, formou-se em direito e se especializou em justiça desportiva, foi um dos maiores nomes da área, era professor de pós-graduação na UERJ e na Fundação Getúlio Vargas(FGV) lecionando sociologia do esporte e gestão esportiva.

Escreveu livros como "O poder no esporte" e "Implantação do futebol profissional no Estado do Rio de Janeiro".

Era torcedor fanático do Americano Futebol Clube, e seu nome até hoje é lembrado com carinho por torcedores, dirigente...


Presidiu a FERJ( Federação de Futebol do Estado do Rio de Janeiro), desde 1985 até 2006, tendo substituído Otávio Pinto Guimarães. Quando assumiu, defendeu modernizações na entidade e no calendário do futebol. Uma delas, a criação de um estádio para 50 mil torcedores como alternativa, ao Maracanã, e não saiu da teoria. Considerava o Conselho Nacional de Desportos (órgão criado pelo regime militar para controlar nosso esporte) uma "tutela arbitrária". Foi sucessivamente reconduzido ao cargo pela maioria dos clubes de futebol do Rio de Janeiro.

Em outubro de 2004, Viana foi afastado da entidade máxima do futebol carioca por suspeita de evasão de renda no Maracanã. Voltou à presidência em agosto do ano seguinte. Onde permaneceu até o seu falecimento em 2006. Ironicamente Caixa certa vez disse: Só saio daqui morto!

Opinião Pessoal deste blogueiro.

Eduardo Viana era constante alvo do unânime "sarrafo" da imprensa esportiva para quem ele nunca fazia nada certo.

Como não acreditamos que alguém possa estar sempre errado, parece que tem alguma coisa pouco explicada nessa relação entre o "caixa d'água" e os jornalistas esportivos.

De qualquer maneira, não é nosso propósito entrar no mérito das realizações do falecido "cartola", mas apenas chamar a atenção para o comportamento da imprensa em situações como essa.

Hoje que o dirigente está morto, o máximo que o noticiário consegue dizer sobre ele é que era uma "figura polêmica".

É o eufemismo que a imprensa usa para um morto, quando quer dizer que se ele ainda estivesse vivo só mereceria menções negativas no noticiário. Finalmente a imprensa parou de falar mal do "caixa d'água"!

sexta-feira, 10 de abril de 2009

Forum Nilo Peçanha





O Parthenon de Campos


Inaugurado em março de 1935 para as comemorações do centenário da elevação de Campos dos Goytacazes á categoria de cidade, o Palácio da Justiça foi erguido em terrenos doados pela Câmara Municipal.

Fruto da necessidade da época de se agruparem num mesmo local tribunais e cartórios concebido para funcionar como um elemento centralizador do setor jurídico campista. O fórum Palácio da Justiça viria por em destaque o Município, que deve esse importante melhoramento ao Dr. Raul Veiga que planejou e fez iniciar a edificação.

O Fórum Nilo Peçanha ou Palácio da Justiça causa grande impacto visual pelo seu estilo monumental, inspirado no Parthenon de Atenas ( Templo da deusa Atena em Atenas - Grécia ) e em tempos grego-romano de ordem coríntia.

Exibe, em seu frontão principal, uma alegoria à Lei e à Justiça. Tombado pelo Patrimônio Histórico em 1988, é um dos principais marcos arquitetônicos da cidade.

A obra veio a se destacar na antiga rua da Constituição, hoje Av. Alberto Torres.

A inauguração do Fórum, cujo o orador oficial foi o historiador Alberto Lamego, teve inicio com atos solenes e festivos que foram levados a efeito desde o dia 11 ao dia 28 de março de 1935.

Atualmente o Palácio da Justiça, não abriga mais o Fórum, Cartórios... Já que o espaço físico se tornou pequeno para o Poder Judiciário campista. Passou então a abrigar a Câmara Municipal no ano de 2008.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Causos de Campos



Russo Peixeiro



O presidente da Academia Brasileira de Letras, Austregésio de Athayde, foi recebido na Santa Casa de Misericórdia de Campos em sessão solene muito prestigiada, inclusive por políticos.

O vereador Aldemir Gonçalves, o Russo Peixeiro, quis saudar o escritor e já no cmeço de sua fala disparou:

- Estamos aqui, nesta noite de festa, recebendo a visita do Dr. Astrogildo Ataúde (...)

Austregésio, sentado ao lado do provedor da Santa Casa, advogado César Caldas, virou e perguntou:

- Quem é o rapaz?

- É um vereador daqui, mas o senhor não repara não que ele é meio despreparado...

- Pois você diga a ele que Astrogildo, tudo bem, eu engulo. Mas Ataúde é a puta que o pariu!

Fonte: Anedotário Político de Saulo Pessanha.

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Ana Carolina



Dois Quartos - Ao vivo

O álbum Dois Quartos Ao Vivo que foi gravado no fim de 2007 em São Paulo traz as canções do mais recente cd (Dois Quartos) e conta ainda com antigos sucessos como “Quem de nós dois” e “É isso aí”, versões imortalizadas em sua voz.

A cantora e compositora mineira têm uma história de êxito meteórico. Nascida em Juiz de Fora (MG), Ana começou a gravar em 1999 e, imediatamente, se transformou numa das artistas mais queridas do Brasil.

O maior mérito do álbum é o canto de Ana, mais dosado, menos gritado. A intérprete acertou ao abaixar o tom. Em registro mais suave, ela canta músicas que falam de amor, sexo e política....

Na banda que acompanha Ana Carolina estão os músicos Sacha Amback (teclados e programações), Leonardo Reis (bateria e percussão), Vinicius Rosa (guitarra e violões) e Jussara e Jurema Lourenço (backing vocal).

Fica aí esta dica para os amantes da MPB.

terça-feira, 7 de abril de 2009

José Candido de Carvalho


O imortal

José Cândido de Carvalho (Nasceu em Campos dos Goytacazes no dia 5 de agosto de 1914, e faleceu em Niterói no dia 1º de agosto de 1989) foi um escritor brasileiro, mais conhecido como o autor da obra O coronel e o lobisomem.

José Cândido, foi jornalista, contista e romancista. Filho de lavradores de Trás-os-Montes, norte de Portugal, aos oito anos, por doença do pai, deixou Campos(RJ) e foi morar algum tempo no Rio de Janeiro, quando trabalhou, como estafeta, na Exposição Internacional de 22. Desses tempos fabulosos da história do mundo, os alegres anos 20, o menino guardou lembranças inesquecíveis.

Logo voltou a Campos, onde continuou a estudar em escolas públicas. Nas férias trabalhava como ajudante de farmacêutico, cobrador de uma firma de aguardente e trabalhador de uma refinação de açúcar. Ao anunciar-se a Revolução de 30, José Cândido trocou o comércio pelo jornal. Iniciou a atividade de jornalista na revisão de O Liberal. Entre 1930 e 1939, exerceu funções de redator e colaborador em diversos periódicos de Campos (RJ). Admirador de Rachel de Queiroz e José Lins do Rego, começou a escrever, em 1936, o romance Olha para o céu, Frederico!, publicado em 1939. Concluiu seus preparatórios no Liceu de Humanidades de Campos e veio conquistar o diploma de bacharel de Direito, em 1937, pela Faculdade em Direito do Rio de Janeiro. Passou a morar no Rio, em Santa Teresa, entrando para a redação de A Noite, um jornal de quatro edições diárias.

Como funcionário público, conseguiu um cargo de redator no Departamento Nacional do Café, mas ali ficou por pouco tempo. Em 1942, Amaral Peixoto, então interventor no Estado do Rio, convidou-o para trabalhar em Niterói, onde vai dirigir O Estado, um dos grandes diários fluminenses, e onde passa a residir. Com o desaparecimento de A Noite, em 1957, vai chefiar o copidesque de O Cruzeiro e dirigir, substituindo Odylo Costa, filho, a edição internacional dessa importante revista. Somente 25 anos depois de ter publicado o primeiro romance, José Cândido publica, em 1964, pela Empresa Editora de "O Cruzeiro", o romance O coronel e o lobisomem, uma das obras-primas da ficção brasileira. Foi publicado também em Portugal traduzido para o francês e o espanhol. Obteve o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro, o Prêmio Coelho Neto, da Academia Brasileira, e o Prêmio Luísa Cláudio de Sousa, do PEN Clube do Brasil. Em 1970, José Cândido de Carvalho foi diretor da Rádio Roquette-Pinto, onde se manteve até 74, quando assumiu a direção do Serviço de Radiodifusão Educativa do MEC.

Eleito em 23 de maio de 1973 para a Cadeira n. 31, sucedendo a Cassiano Ricardo, foi recebido em 10 de setembro de 1974 pelo acadêmico Herberto Sales na Academia Brasileira de Letras. Em 75, foi eleito presidente do Conselho Estadual de Cultura do Estado do Rio de Janeiro. De 1976 a 1981, foi presidente da Fundação Nacional de Arte (Funarte), cargo para o qual foi convidado por uma de suas maiores admirações políticas, o ministro Nei Braga. De 1982 a 1983 foi presidente do Instituto Municipal de Cultura do Rio de Janeiro (Rio arte). Estava escrevendo um novo romance, O rei Baltazar, que ficou inacabado. Além do grande romance que o inscreveu na literatura brasileira como um autor singular, José Cândido publicou dois livros de "contados, astuciados, sucedidos e acontecidos do povinho do Brasil" e reuniu, em Ninguém mata o arco-íris, uma série de retratos jornalísticos. Sua obra de ficcionista é das mais originais, graças à linguagem pitoresca e aos personagens, ora picarescos, ora populares extraídos do "povinho do Brasil".

Em 2005, foi lançado o filme "O coronel e o lobisomem", baseado no romance de mesmo nome, com Diogo Vilela, Selton Mello, Ana Paula Arósio, Pedro Paulo Rangel, Andréa Beltrão e Tonico Pereira, sob a direção de Maurício Farias.

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Flagra


Incompetência a toda a prova.

Caros leitores já fizemos aqui no blog uma postagem sobre o saudoso Nilo Peçanha, figura histórica de nosso Município e de orgulho para todos. Um ilustre filho da terra que virou Presidente da Republica.

Dia desses reparei um erro gritante estampado em letras garrafais em um dos sinais de trânsito da cidade.

Lá dizia: “Av. Dr. Nilo Pessanha.”

Alguém se habilita a achar o erro na grafia? Ora, todos sabem que a dita avenida levou o nome do ex-presidente.

É uma grande falta de respeito de um governo municipal escrever o nome de um ex-presidente errado em um de seus sinais!

Fica aí a pergunta...

Mais uma vez a Prefeitura Municipal de Campos vem mostrando a sua cara e total incompetência, não dando assim o devido valor às figuras históricas de nosso Município.

Parafraseando o jornalista Boris Casoy: “ISTO É UMA VERGONHA!”.